Revista Contemporânea – #5

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REF: 9789893310076 Categorias: , , ,

Descrição

Capa | Cover: Adriana Proganó, “I don’t understand the rules, me neither”, óleo s/ tela / oil on canvas, 117 x 155 cm.
A quinta edição impressa da revista Contemporânea pretende contribuir para um debate mais alargado sobre a pintura e o seu lugar na produção artística contemporânea. Na continuação das edições anteriores, constitui-se como um importante documento de memória do seu tempo, explorando diferentes práticas artísticas e curatoriais, que questionam a própria história ou testemunham o seu contexto, as suas potencialidades, cumplicidades, interpretações e os diálogos que articula. No entanto, e apesar dessa diversidade, importa reflectir sobre o que pode e o que quer ser a pintura hoje? Quando a produção, circulação e recepção da arte parte de inúmeras possibilidades, porquê continuar a pintar? O que significa ser pintor hoje?
Artistas | Artists: Adriana Proganó; Ana Cardoso; Ana Manso; Ana Prata; António Neves Nobre; Arlindo Silva; Bruno Pacheco; Carla Filipe; Catarina Dias; Dealmeida Esilva; Erika Verzutti; Fernão Cruz; Gil Heitor Cortesão; Gonçalo Pena, Gonçalo Preto; Horácio Frutuoso; Hugo Canoilas; Joana da Conceição; João Gabriel; João Marçal; João Queiroz; Jorge Queiroz; José Loureiro; Juan Araujo; Luísa Jacinto; Luís Lázaro Matos; Luís Paulo Costa; Mariana Gomes; Pedro Casqueiro; Pedro Henriques; Pedro Vaz; Rita Ferreira; Sara & André; Sónia Almeida; Susanne S. D. Themlitz; Yasmin Guimarães; Yuli Yamagata; Yonamine; entre outros.
The fifth printed edition of Contemporânea seeks to broaden the debate on painting and its place within contemporary art production. Following on the previous editions, it presents itself as an important document to record its time, exploring various artistic and curatorial practices that question history itself or witness their context, potentialities, connections, interpretations, and the dialogues they articulate. However, and despite such a diversity, it is important to think over what painting can and wants to be today. When the production, circulation, and reception of art stem from countless possibilities, why keep on painting? What does it mean to be a painter today?

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