No Verão é Melhor um Conto Triste

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Descrição

São curtas histórias de João Miguel Fernandes Jorge, “escritas entre o solstício do verão e o do inverno de 1999”. Começa com “Amor Laudis”, talvez porque “O verão é assim: lugar para o amor laudis.

” A sua vida de verão centra-se na plenitude da autoridade sobre os outros três grandes espaçamentos do ano: a primavera como prólogo em seu louvor e o outono é a sua memória; quanto ao inverno, é um simples e triste oposto, que toma existência nos factos da carência e do temos. Outono e inverno seguem velozmente em direcção ao verão, que surge como um fim e do outro lado do engano, que é aquilo com que sempre se reveste a noite sem termo e o dia rapidíssimo do inverno. O verão guarda a amplitude do prazer.”

E continua seguindo a ordem “como foram surgindo de junho a dezembro. Mas a leitura não deve seguir de modo nenhum esse crescendo e pode muito bem ser a inversa e partir do último para o primeiro.”

Histórias em que o poeta deambula por lugares (Évora – onde “todas a noites de julho são ardentes”, Porto, Viena, Lisboa, Funchal, os Açores, Praga, Madrid, a beira mar…), encontros (Eugénio de Andrade, no Porto, João Botelho, em Lisboa, etc., conhecidos e desconhecidos), memórias, pinturas ou esculturas, às vezes um filme, uma canção, um livro, ou o vaso sagrado, nas mãos de Artemisa, no último dos contos.

Informação adicional

de

João Miguel Fernandes Jorge

Editora

Relógio D'Água

Edição

2000

Encadernação

Capa Mole

Páginas

240

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