Junto à Pedra

12,00

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Descrição

O CANDELABRO DE SETE BRAÇOS Será qualquer poema a última hipótese de se escrever ainda? Cada palavra já veio unir-se a outras para que nelas encontre os significados que se tornam diferentes, os ramos maiores agora tocados pelo vento até serem a sua própria ausência, o impossível em relação ao possível, estas ondas que chegam a uma praia mas ali acabam por se afastar de nós. Podia ser também o candelabro de sete braços. Nele a luz permanece dividida. Talvez seja assim que chega uma imagem ou a única metáfora que se espera por ser esta a luz que depois no poema vai ficar unida para sempre. pág. 17O MELA sua cor é doce. Vê-se o trabalho interior que nele existe, a destilação, como fica leve o brilho à sua volta. Foi com cuidado que tratamos das colmeias: o mel é semelhante a um fruto. Devagar a seiva chega para lhe dar outro sabor. O tempo pertence-lhe e pode amadurecê-lo mais. De que árvores o vamos receber? pág. 64O

QUE SIGNIFICA PENSAR? Às vezes perguntamos que vozes se aproximam da nossa reflexão? Se é o sentido que existe numa sombra, não o sabemos. Consigo trazem algumas dúvidas, mas também o início da verdade. É por isso que nos conservamos atentos, escutamo-las de novo. O conhecimento pode existir nelas. Chegaram de longe. Nós somos essa distância. pág. 101

Informação adicional

de

Fernando Guimarães

Editora

Edições Afrontamento

Edição

Julho de 2020

Encadernação

Capa Mole

Páginas

120

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