Crónicas do Mal de Amor

Descrição

«Ferrante disse que gosta de escrever histórias “em que a escrita é clara, honesta, e em que os factos — os factos da vida normal — prendem extraordinariamente o leitor”. Com efeito, a sua prosa possui uma clareza despojada, e é muitas vezes aforística e contida (…). Mas o que os seus primeiros romances têm de electrizante é que, ao acompanhar complacentemente as situações desesperadas das suas personagens, a própria escrita de Ferrante não conhece limites, está ansiosa por levar cada pensamento para diante, até à sua mais radical conclusão, e para trás, até à sua mais radical origem. Isto é sobretudo óbvio na forma destemida como os seus narradores femininos pensam sobre filhos e sobre maternidade.»
Do Prefácio de James Wood

Informação adicional

de

Elena Ferrante

Editora

Relógio D'Água

Edição

Junho de 2014

Tradução

Maria do Carmo Abreu; Miguel Serras Pereira; Margarida Periquito

Encadernação

Capa Mole

Páginas

392

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