A Gravata Ensanguentada

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Descrição

A Gravata Ensanguentada prolonga o sentido que pretendi dar a A Flor da Rosa (2000). Também aqui pequenas ficções andam a par com a pintura, a escultura, o filme, a fotografia ou o vídeo. Gostaria de justificar a sua existência através de uma passagem de Plenitude de Pedro Calapez (Pedro Calapez textos, 2002), guardando-lhe igualmente, neste livro, o lugar de uma epígrafe:

Não tenho preferência por cores ou espessura de linhas ou tintas; tudo me serve. Se coloco um azul e depois um vermelho, o primeiro com muita tinta, de escorrer lento e texturado, o segundo como uma onda rebentando no mar, logo em seguida surge uma terra verde ou um amarelo de marte, muitos lisos, quase sem espessura; se sugiro um espaço com uma parede ao fundo logo depois esta se desloca e parece não mais fazer sentido, confundindo-se o chão com o tecto, o longe com o perto, o escuro com o claro.

Informação adicional

de

João Miguel Fernandes Jorge

Editora

Relógio D'Água

Edição

2006

Encadernação

Capa Mole

Páginas

280

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