A Flor da Rosa

12,12

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Descrição

Este novo livro do poeta João Miguel Fernandes Jorge diz no frontispício “Ficção/Arte”. JMFJ já há muitos anos que vem escrevendo sobre arte, quer colaborando em jornais (actualmente, de novo, n’ “Independente”) ou revistas, com textos para catálogos, etc.. Esses textos aparecem, e ainda bem para nós leitores, mais tarde publicados em livro. Acontece assim desde “Paisagem com muitas Figuras” (1984). Em 1988 JMFJ publica a sua primeira obra de ficção, “Nem Vencedor nem Vencido”. Este livro aparece referido, como dizíamos, “Ficção/Arte”. O autor explica no preâmbulo à edição: “”A Flor da Rosa” é um livro em que se reúnem múltiplas descrições. Umas vêm do acidente das coisas quando essas coisas guardam o artifício de uma pequena viagem, (…) outras, sob a forma de pequenas ficções, tecendo-se ao redor de pinturas de Caravaggio, Angussola, Van Dyck, La Tour, Sebastiano del Piombo ou Domingos Sequeira. Outras, ainda, estabelecem o artifício da arte ao redor da fotografia de Albano Silva Pereira, da imagem fílmica de Pedro Costa e da pintura de Bento Coelho ou Francisco Henriques.
” Há também algumas páginas sobre o tempo que encontramos em “Naturezas Mortas”. Um tempo que se deixa repetir como aquele que poderemos ouvir nas “Variações sobre um tema de Corelli” de Sergei Rachmaninov. Outros espaços deste livro entram pelo falseado tempo de acidente de uma história. Assim acontece com “A Casa das Mudas” ou “Sumatra Cum Laude”. ” Tempo desaparecido são estas descrições. É o que tem lugar em “Azazel”-uma história de natal – ou em “Rostos” ou ainda em “Paula Rego/Agustina Bessa-Luís”.” Pelo meio dos textos aparecem algumas das imagens referidas.

Informação adicional

de

João Miguel Fernandes Jorge

Editora

Relógio D'Água

Edição

2000

Encadernação

Capa Mole

Páginas

192

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