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 O Eco das Cidades Vazias

Foi numa noite do Camboja de um céu sem estrelas que a infância de Janie foi abalada pelos terrores do Khmer Vermelho. Três décadas depois, em Montreal, vislumbra-se esse seu passado assombrado.Tecendo os fios da vida, O Eco das Cidades Vazias evoca o totalitarismo através dos olhos de uma rapariga, traçando um mapa das batalhas que a mente trava com a memória, a perda e os horrores da guerra.

 

 

O Simpatizante

 

Abril de 1975: Saigão está mergulhada no caos. Na sua villa, um general do exército do Vietname do Sul bebe whisky e, com a ajuda do seu capitão de confiança, elabora uma lista com os nomes daqueles que têm permissão para apanhar os últimos voos de saída do país. Começando uma nova vida em Los Angeles, o general e os seus compatriotas desconhecem que, entre eles, existe um espião que reporta as suas atividades às instâncias superiores de comando no Viet Cong. O Simpatizante é a história desse espião, desse capitão: um homem criado por um pai francês ausente e por uma mãe vietnamita pobre, um homem que foi para a universidade nos EUA, e que regressou ao Vietname para lutar pela causa comunista.

 


145 Poemas

Depois de “Três horas esquerdas”, de Daniil Kharms, a Flop apresenta o segundo livro do seu catálogo: “145 Poemas”, de Konstantinos Kaváfis, com tradução e apresentação de Manuel Resende.

Kaváfis é um dos criadores mais originais e sofisticados da poesia europeia, tendo influenciado várias gerações de autores, um pouco por todo o mundo. A tradução de Manuel Resende, feita a partir do grego, é um dos trabalhos mais impressionantes deste notável poeta e tradutor.

 

 


Ultimato

«Andamos a juntar para um inimigo que se veja, fazer um antagonista a sério de uns restos de gente, pontas, piriscas e cantinhos, do rebotalho que para aí vai nas letras, de umas fonsecas e uns amarais, da grã-finesse às faxineiras repimpadas com os doutoramentos magna cum laudas. Reunir isso tudo, reciclar em frankenstein, num processo paciente de colagem. Uni-los num monte — já não digo um que se veja do espaço, tanto não é preciso. Não queremos godzillas, mas a gente já se contentava se o visse a uns passos de distância — o que desse para um duelo daqueles à antiga.»

 

 

 


 Música

 

Disco da Semana – Preço especial

 

 

 

 

 

 

 

 

O regresso de Laurie Anderson com o Kronos Quartet

Laurie Anderson and Kronos Quartet’s Landfall, inspired by her experience of Hurricane Sandy, is the first collaboration between the iconic storyteller/musician and the groundbreaking string quartet, who perform together on the recording. Landfall juxtaposes lush electronics and traditional strings by Kronos with Anderson’s powerful descriptions of loss, from water-logged pianos to disappearing animal species to Dutch karaoke bars. The Washington Post calls it “riveting, gorgeous.” 

 

 

 

                                  Tal National

Tal National is a band built on bringing people together. Their home country of Niger is split into a wide variety of cultures and ethnicities – Songhai, Fulani, Hausa, and Tuareg voices all vie for attention under their national banner, and all are represented in the vast membership of Tal National’s ranks. This gives the band’s music its own particular mash of ethnomusical touchstones, from the bounce of kora, highlife and afrobeat, to the dusting of Tuareg Blues and the roiling boil of Hausa percussion – they are truly their country’s best cultural emissaries. 

 

 

 

 

When Nonesuch Records celebrated its 50th anniversary in 2014, with festivals at London’s Barbican Centre and New York’s Brooklyn Academy of Music (BAM), Kronos Quartet joined forces with four labelmates—Sam Amidon, Olivia Chaney, Rhiannon Giddens, and Natalie Merchant—to perform a concert entitled Folk Songs. The group later recorded the songs, most of which are traditional with contemporary arrangements, with Doug Petty as the album’s producer. 

 

 

 

 

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