Numa escrita compulsiva e mordaz, Louise O’Neill faz uma crítica à sociedade atual, onde a beleza se tornou uma obsessão e as raparigas são, desde muito novas, cada vez mais sexualizadas e julgadas pelo aspeto físico.


Ivone Mendes da Silva

Língua Morta

autor:  Ricardo Marques
capa e colagens:  Ricardo Marques
posfácio:  Francisco de Almeida Dias


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Nesta história de esperança, o sonho de uma menina inspira uma aldeia inteira e, juntos, criam algo incrível.

Quando a protagonista começou a dizer não, a sua casa transformou-se numa selva. Tudo começou no dia em que a Paula decidiu dizer que não. Dizer que não era fantástico. A Paula podia fazer o que quisesse…

Dias Bárbaros é o livro de memórias de William Finnegan sobre uma obsessão, um feitiço complexo. Surfar aparenta ser apenas um desporto, mas, para os iniciados, é algo totalmente diferente: um vício belo, uma disciplina de estudo exigente, um passatempo moralmente perigoso, um modo de vida.

A ficção como cesta: uma teoria e outros textos é uma colecção de quatro ensaios de Ursula K. Le Guin, apresentados por ordem cronológica, que tal como nos diz a autora na nota introdutória de Dancing at the Edge of the World (onde encontramos três dos quatro textos agora traduzidos para português), pode «parecer um arranjo simplista, mas oferece uma biografia mental, um registo de respostas a climas éticos e políticos, ao efeito transformador de certas ideias literárias e às mudanças que ocorrem numa mente».


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